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Velório e enterro de Erasmo Carlos serão restritos a família e amigos. Cantor faleceu nesta terça, 22

A família do cantor Erasmo Carlos informou que o velório será fechado a família e aos amigos íntimos. Não cita o local onde o corpo será velado, nem a hora e o dia do enterro e sugere que quem quiser homenageá-lo, escute suas músicas, suas mensagens.

“Nada o faria mais feliz e amado!”.

O texto da família, da equipe e banda diz: “No dia do músico, nosso amado Erasmo Esteves, o Erasmo Carlos, o Gigante Gentil, o Tremendão, o Pai do Rock Nacional, se despediu. Erasmo criou, amou, acompanhou cada um de nós nos momentos importantes das nossas vidas.

Além de todas as maravilhas que compôs e cantou durante décadas, nos deixou recados: o futuro pertence à jovem guarda. E é preciso saber viver!”.

CAUSA DA MOIRTE

Há cerca de um mês, o “tremendão”, como era conhecido, precisou ser internado às pressas após sofrer com as complicações causadas pela síndrome edemigênica que é é uma doença causada pelo desequilíbrio bioquímico do corpo, que afeta as paredes dos vasos sanguíneos e faz com que os líquidos do sangue se acumulem entre os tecidos do corpo.

Um dos símbolos da Jovem Guarda, Erasmo Carlos deixa sua esposa Fernanda Passos (32) e dois filhos Gil Eduardo e Leonardo Esteves. (com carta capital e jc online)

Edição: Cinara Marques, da redação

Caso Beatriz: audiência de instrução com o acusado do crime presente, ocorre nesta terça em Petrolina

Uma etapa importante antes do julgamento de Marcelo Pereira, acusado de praticar o crime hediondo contra a pequena Beatriz Angélica Mota há quase 7 anos. Ele passará nesta terça, 22, por uma audiência de instrução que dirá se o assassino de Beatriz, de apenas 7 anos, brutalmente assassinada por mais de 40 facadas em 10 de dezembro de 2015, dentro da escola Nossa Senhora Auxiliadora, onde ocorria a celebração de final de ano com alunos do ensino médio que deixariam a escola. A vítima tinha a irmã entre os homenageados e estudava também no colégio.

Em coletiva de imprensa agora no começo da manhã, os pais de Beatriz, Lucinha Mota e Sandro Romilton, reafirmaram a convicção deles que Marcelo é o assassino da filha. O autor só foi descoberto pelo DNA do acusado ao ser colocado num banco de dados d DNA coordenado pela secretaria de Defesa Social.

Em dezembro de 2021, Lucinha que luta por justiça por Beatriz desde o crime bárbaro contra a filha, saiu em caminhada ao lado do marido e de outras pessoas que apoiam o caso desde o começo como o grupo JUSTIÇA POR BEATRIZ, indo de Petrolina até o Recife para cobrar do governador Paulo Câmara, a colocação do DNA de Marcelo que já estava preso por abuso sexual infantil.

Ela revelou na entrevista desta manhã que tinha a informação pelo menos 6 meses antes que o governo ainda não tinha feito a confrontação do DNA do suspeito com outros DNAs no banco do estado e no nacional também. “Essa é uma questão que não está explicada também. Foi preciso a gente caminhar quase 800 Km pelas estradas para no encontro com o governador solicitar dele os investimento para a realização do exame do DNA. A gente disse que se isso não fosse feito, íamos continuar caminhando e aí o que acontecesse com as vidas de todos nós, seria responsabilidade dele e do governo”, revelou Lucinha Mota.

O acusado irá à audiência, mas pode ficar calado caso não queira falar. Marcelo confessou o crime numa ação da força tarefa que investia o Caso Beatriz. Dias depois, sua defesa encaminhou uma carta ele negando ser o autor, mas polêmica não se manteve, pois além da confissão, o DNA garante a identidade do assassino da pequena Beatriz.

A audiência de instrução ocorre no fórum de Petrolina e dirá se o julgamento do assassino da pequena Beatriz Angélica irá ou não à júri popular. (Por Cinara Marques)

Luto no esporte: Brasil perde Isabel, musa do vôlei feminino nos anos 1980/1990

Uma das maiores referências do vôlei brasileiro, Maria Isabel Barroso Salgado, a Isabel, morreu nesta quarta-feira no hospital Sírio-Libanês em São Paulo. A causa da morte ainda não foi divulgada. Disputou duas Olimpíadas (Moscou 1980 e Los Angeles 1984) no vôlei de quadra e depois, no início dos anos 1990, migrou para o vôlei de praia, em que foi uma das pioneiras mundiais da modalidade. Deixa cinco filhos e cinco netos. Na última segunda-feira, havia sido anunciada como integrante do grupo técnico de esportes para a transição de governo do presidente Lula, que assumirá o país em janeiro.

Isabel fez parte da seleção feminina de vôlei que abriu as portas para a modalidade, nos anos 1980, ao lado de Vera Mossa e Jaqueline. Embora não tenha ganho medalha nas Olimpíadas que disputou, em Moscou 1980 e Los Angeles 1984, aquela equipe foi a primeira da história do país a disputar grandes competições. Foi medalhista de bronze nos Jogos Pan-Americanos de 1979, em San Juan, Porto Rico. Foi, também, a primeira jogadora brasileira de vôlei a atuar numa liga estrangeira, na Itália, em 1980, no Modena, quando viajou para a Europa com sua filha Pilar, recém-nascida.

No início dos anos 1990, com a popularização do vôlei de praia, esporte viria a estrear no programa olímpico em Atlanta 1996, Isabel migrou de modalidade. Jogou diversas etapas do Circuito Mundial e brasileiro entre 1993 e 2001, inclusive com ouro na etapa de Miami, nos EUA, em 1994. Suas parceiras foram Roseli , Jerusa, Tatiana Minello e Jaqueline.

Três dos filhos de Isabel fizeram carreira vitoriosa no vôlei de praia. Pedro Solberg, que disputou as Olimpíadas da Rio 2016 e ficou em nono lugar, Maria Clara Solberg e Carol Solberg. Carol, ao lado da medalhista Bárbara Seixas, está entre as melhores do mundo atualmente. No último fim de semana, a dupla ficou com o bronze na etapa de Uberlândia do Circuito Mundial. Além deles, Isabel deixa Pilar e Alison, filho que adotou em 2015. (por GE)

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