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Odacy Amorim prestigia posse de Lula e registra encontros com ministros. Rui Costa, da Casa Civil, foi um deles

Odacy e Rui Costa estiveram juntos durante evento de posse presidente Lula, em Brasília (foto divulgação)

O ex-prefeito de Petrolina e ex-deputado, Odacy Amorim (PT), marcou presença na cerimônia de posse do presidente Lula, realizada neste domingo (1° de janeiro de 2023) em Brasília-DF.

Odacy conversou com quadros políticos importes ao longo da cerimônia e também durante o jantar comemorativo.

Primeiro suplente de deputado estadual da Federação PT, PV e PC do B em PE, Odacy informou que teve uma conversa bastante produtiva com o ex-presidente da Funasa, Beto Faro, cotado para assumir uma secretaria estratégica no Governo do Pará.

“Foi com ele que, na época como prefeito de Petrolina, conseguimos um importante convênio na construção de habitação para comunidades rurais na Ponta da Serra, Serrote Pelado e Izacolandia”, relembrou Amorim.

Outro encontro importante foi com o ex-chanceler do primeiro governo de Lula, o ex-ministro Celso Amorim. “É um nome que sempre desempenha papeis de destaque nos governos do PT e dessa vez não será diferente”, comentou.

O ex-prefeito ainda encontrou com muitos conterrâneos como o prefeito do Recife, João Campos, PSB; o deputado federal e companheiro de partido, Carlos Veras; a nova ministra da Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos; o deputado estadual Waldemar Borges; deputado e o senador Humberto Costa. Odacy também esteve com a nova ministra do Meio Ambiente, Marina Silva; com a presidente em exercício da Fundação Perseu Abramo, Vivian Farias; com o deputado federal reeleito Jorge Solla (PT-BA) e com
o novo Ministro da Casa Civil, Rui Costa.

“Rui é uma pessoa que merece esse destaque. Conseguiu eleger seu sucessor no governo da Bahia, contra o Carlismo, e agora assume um dos ministérios mais importantes do Governo Federal”, salientou Odacy.

Ao final do jantar para convidados, Odacy Amorim fez um relato sobre o dia festivo da posse de Lula.

“Foi um dia de muita emoção e uma honra prestigiar a posse, dentro do palácio, ao lado de pessoas que vão contribuir de forma direta com o novo Governo Federal. Meu coração só tenho gratidão a Deus e esperança de tempos melhores para o Brasil”, destacou a liderança do PT pernambucano. (Cinara Marques com assessoria de imprensa)
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Pobreza menstrual: o desafio dos governos para combater

Cauby Fernandes, Cinara Marques e Cristiane Damasceno, no Dupla Conexão

O programa Dupla Conexão da Rádio Ponte FM trouxe nesta quinta, 15, o tema da Pobreza Menstrual com a presença da assistente social, historiadora e poetisa, Cristiane Damasceno. Ela que integra a assessoria da deputada estadual Dulce Amorim, do PT/PE, autora da lei de combate à pobreza menstrual no estado, fez um apelo às mulheres.

“Vamos praticar mais a sororidade. Se puder, ande sempre com um absorvente na bolsa. Esse é de fato um grande problema social em nosso país”, disse Cristiane.

Vamos saber mais sobre PROBREZA MENSTRUAL? Acompanhe abaixo:

Em 2015, a Pesquisa Nacional da Saúde do Escolar (PENSE) do IBGE relatou que cerca de 213 mil meninas não têm banheiro em condição de uso na escola. Destas, 65% são negras. Ou seja, esses números explicitam a falta de infraestrutura do ensino público no Brasil. Ainda, que a pobreza menstrual se sobrepõe às questões de raça e classe.

Já em 2021, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) publicaram um novo relatório, avaliando o contexto brasileiro. Dessa forma, eles estimaram que mais de 713 mil meninas vivem sem acesso a banheiro ou chuveiro em seu domicílio e faltam mais de 4 milhões de itens mínimos de cuidados menstruais nas escolas. Ou seja, de lá pra cá, esses dados se mostram ainda mais alarmantes. 

Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Fica evidente que os problemas de infraestrutura de saneamento básico no Brasil são um dos agentes da pobreza menstrual. Assim, faltam condições que garantam o manejo da saúde menstrual de forma segura e adequada.

Para enfrentar essa realidade, não existem soluções fáceis. Entretanto, a melhoria no acesso da população à água potável e o tratamento de esgotos já traria muitos ganhos à saúde, como aponta o Instituto Trata Brasil (Agência Brasil). No caso da pobreza menstrual, investimento em infraestrutura escolarpapel higiênico e sabão seriam essenciais. Nesse sentido, as políticas públicas devem prover tais condições.

Caso você queira entender melhor sobre o assunto, o The Intercept Brasil fez um vídeo que questiona o motivo do Brasil ainda não considerar o absorvente como um item de cuidado básico. Afinal, dessa maneira seu valor se tornaria mais em conta, já que não conteria impostos.

Sugestão de leitura: ‘Pobreza menstrual’: jovem britânica convence parlamento a distribuir absorventes em escolas

Por que a pobreza menstrual é um problema de saúde pública?

Estima-se que a pobreza menstrual gere danos físicos e mentais. Isso porque a falta de acesso a protetores menstruais pode causar não só infecções como candidíase, mas também complicações mais sérias como vaginose bacteriana. Do ponto de vista psicológico, essa vulnerabilidade afeta a autoestima e o desenvolvimento de quem menstrua. Embora não existam estudos conclusivos, a insegurança e a falta de dignidade podem acarretar transtornos como depressão e ansiedade.

Desde a Constituição Federal de 1988, entende-se que o Estado tem o dever de proporcionar saúde integral às pessoas. Isso significa entender o ser humano e suas necessidades em diferentes contextos sociais, proporcionando bem-estar. Nesse sentido, é dever do Estado garantir a promoção de saúde menstrual, como veremos a seguir.

Pobreza menstrual lei

Desde 2020, surgiram inúmeros projetos de lei pautando a dignidade menstrual. O coletivo de ativistas Girl Up Brasil (Fundação da ONU) teve um papel importante nesse caminho. Dessa forma, elas começaram a pressionar o poder público para incluir absorventes nos kits de cesta básica em todo o Brasil.

No Distrito Federal, por exemplo, foi sancionada a lei da deputada Arlete Sampaio, que prevê a distribuição gratuita de absorventes em escolas e em Unidades Básicas de Saúde para mulheres em situação de vulnerabilidade e estudantes da rede pública.

Como você pode ver aqui, a construção do texto da deputada foi feita em conjunto com o Girl Up Brasil e com o nosso apoio. Nem precisamos dizer que ficamos super orgulhosas de fazer parte disso, né?

Em 2021, também levantamos dados sobre a situação das mulheres em cárcere e apresentados à deputada Luciana Genro, que a partir disso propôs a Lei n.º 96/2021, cujo objetivo é proporcionar dignidade menstrual às mulheres apenadas. Foi uma honra auxiliar na justificativa desse projeto tão necessário às mulheres em situação de privação de liberdade.

Ainda, em medida mais recente, neste ano o governo regulamentou o Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual. Depois de muitas idas e vindas – incluindo o veto do presidente Jair Bolsonaro – a bancada feminina no congresso e ativistas menstruais pressionaram o poder público para revogar a decisão. Depois disso, a lei foi promulgada e entrou em vigor. Esse é só o começo!

Pobreza menstrual homens trans

A promoção da saúde menstrual não é uma pauta só de meninas e mulheres, mas também de homens transexuais e pessoas não binárias. Isso porque independente da identidade de gênero, pessoas que nasceram com o sexo biológico feminino ainda podem ciclar e, portanto, terem períodos menstruais. Por isso, é necessário garantir a inclusão social de todos e todas que menstruam.

Em 2021, tramitou um Projeto de Lei (PL) de distribuição de absorventes descartáveis na cidade de São Paulo. No entanto, apenas mulheres em situação de vulnerabilidade estavam incluídas. Pouco depois, a vereadora Erika Hilton (PSOL) entrou com uma ADIN (Ação de Direta de Inconstitucionalidade) para inclusão de pessoas trans e não binárias nesse projeto. Depois da medida ser barrada pela bancada fundamentalista, reverteu-se a decisão. Hoje, já é uma lei! Uma super vitória de 2022!

Pobreza menstrual ONU

Hoje, a pobreza menstrual já é reconhecida como um obstáculo aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que visa alcançar tais metas até 2030.

Dessa forma, a pobreza menstrual prejudica as metas relacionadas com saúde e bem-estar, educação, trabalho decente, saneamento básico, consumo sustentável e, principalmente, o objetivo de equidade de gênero. Confira os trechos do texto de equidade que depende da dignidade menstrual:

  • 5.1 “Acabar com todas as formas de discriminação contra todas as mulheres e meninas(…)”
  • 5.5 “Garantir a participação plena e efetiva das mulheres(…) na vida pública.”
  • 5.6 “Assegurar o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva e os direitos reprodutivos.”

Caminhos para combater a pobreza menstrual no Brasil

Fica evidente que o problema da pobreza menstrual é multifatorial. Por isso, não existem respostas rápidas, mas sim soluções que devem ser propostas a muitas mãos. Existem alguns caminhos para que gostamos de destacar: criar e implementar mais políticas públicas e ampliar o acesso a diversos tipos de produtos menstruais. Investir em uma educação menstrual emancipatória e inclusiva.

Etarismo na faixa dos 30? Existe, segundo pesquisa

Uma pesquisa inédita mostrou que o etarismo não acomete apenas profissionais acima de 40 anos. O levantamento, realizado pela vagas.com, Colettivo e Talento Sênior com 6.200 candidatos em agosto deste ano

Entre aqueles que já sofreram discriminação, 30% estavam em começo de carreira e 31% em nível pleno. Entre os seniores, o número foi de 17%; entre gerentes e diretores, 8%. Outros níveis contabilizaram 13%.

Quase metade declarou ter escutado que pessoas de sua faixa etária têm dificuldade para lidar com tecnologia, 36% ouviram que profissionais mais velhos não estão dispostos a aprender novas habilidades e nem abertos a novas ideias; 32%; que não são tão produtivos; 31%, que não possuem ânimo ou resistência; e 31%, que seu salário é muito alto em comparação com o de profissionais jovens com funções equivalentes.

A pesquisa mostrou que 24% dos entrevistados de 30 a 39 anos já sofreram algum tipo de discriminação no ambiente de trabalho por causa da idade. Profissionais na faixa de 40 a 49 anos, no entanto, continuam sendo os que mais sofrem, somando 56%, enquanto a parcela de 50 a 59 anos representa 18%. Profissionais com mais de 60 anos somaram 2%.

A pesquisa também perguntou aos entrevistados se eles já testemunharam casos de etarismo com pessoas próximas. Do total da amostra, 42% responderam que sim, 33% disseram nunca ter presenciado e 25% ouviram relatos de pessoas próximas sobre o assunto.

Para melhorar os números, as empresas precisam de programas de inclusão para esses profissionais, afirma Cris Sabbag, diretora de diversidade da Talento Sênior. Entre as práticas mais indicadas, ela cita abrir vagas exclusivas para profissionais com 45 anos ou mais, eliminar atitudes etaristas desde a seleção, criar novos modelos de contrato e rotina de trabalho, promover ações educativas individuais e coletivas sobre o envelhecimento, estimular a convivência intergeracional e capacitar gestores e equipes para que não haja exclusão de currículos apenas com base na idade ou no tempo de experiência.

“Se a longevidade média do ser humano se estendeu, nada mais natural que o mesmo aconteça com o seu prazo de disponibilidade para o mercado”, afirma. (Com portal voce.rh)

Rayssa Leal é campeã do mundo de Skate Street

A skatista Rayssa Leal foi campeão do mundo no início da tarde deste domingo, 6, e faturou o título do Street League Skateboarding Super Crown, disputado no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

“Estou super feliz de ganhar isso, ganhar o mundial em casa. Com certeza todo mundo me ajudou muito e eu não tenho palavras para descrever o que eu estou sentindo agora”, comemorou Rayssa após o título.

A brasileira decidiu o título contra outras três finalistas, incluindo as duas medalhistas olímpicas Momiji Nishiya e Funa Nakayama, ouro e bronze em Tóquio, respectivamente. Nas Olimpíadas, Rayssa Leal ficou com a prata.

Nas regras da disputa, as quatro melhores classificadas recebem mais duas chances para aumentar a pontuação. Rayssa acertou um smith de back no maior corrimão e ganhou nota 7.4, que a colocou no primeiro lugar. A japonesa Nakayama ainda teve chance de virar o jogo e chegou a encaixar uma manobra espetacular, mas teve dificuldades de manter o equilíbrio na chegada. Precisando de 7.3 para garantir o título, ela marcou apenas 6.9.

Durante a prova, Rayssa sentiu dores abdominais devido a uma tensão respiratória, mas se recuperou rapidamente.

A brasileira Pâmela Rosa conseguiu se posicionar no quarto lugar durante a etapa, mas perdeu a vaga para Nakayama.

Lula vai governar o Brasil pela terceira vez

O agora presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez o discurso da vitória em São Paulo na noite deste domingo (30). Ele afirmou que o momento é de “restabelecer a paz entre os divergentes”. Lula disse que vai governar para todos os brasileiros, e não só para os que votaram nele. Para o presidente eleito, “não existem dois Brasis”.

A vitória de Lula foi confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) quando havia 98% das urnas apuradas, às 19h57. Àquela altura, ele tinha 50,83% dos votos válidos e não poderia mais ser alcançado por Jair Bolsonaro (PL), que contabilizava 49,17%.

No discurso, ele estava ao lado de aliados, como o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), e a senadora e terceira colocada no primeiro turno, Simone Tebet (MDB).

“Meus amigos e minhas amigas. A partir de 1º de janeiro de 2023, vou governar para 215 milhões de brasileiros e brasileiras, e não apenas para aqueles que votaram em mim. Não existem dois Brasis, somos um único país, um único povo, uma grande nação”, afirmou Lula.

Lula defendeu a paz e a convivência harmônica no país. (g1)

Comércio de Petrolina vive expectativa positiva para o Dia das Crianças

Muito colorido e diversas opções de produtos voltados ao público infantil vêm atraindo a atenção dos clientes e mantendo o comércio aquecido, em Petrolina. Tudo isso devido ao ‘Dia das Crianças’, celebrado na próxima quarta-feira (12). A data promete alegrar as crianças que ganharão presentes pelo seu dia, mas também empolga comerciantes da cidade.

Em levantamento realizado junto aos associados da CDL, o lojista por sua vez mostra-se otimista e aposta em um bom movimento, para este ano, estima-se um aumento médio nas vendas de 13% para o segmento, em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados também mostram que, a cada 10 pessoas consultadas, 7 pretendem presentear.

A gerente de uma loja de brinquedos e variedades, Maria de Lurdes Alves, está animada e espera nos próximos dias dobrar o número de vendas. “Nossa expectativa de crescimento médio nas vendas é superior a 10%. Investimos pesado na ampliação da nossa loja que vai proporcionar aos nossos clientes uma nova experiência de compra em um ambiente mais confortável e inovador, além de atendimento qualificado com equipe capacitada. O Dia das Crianças está chegando aí, para a gente alegrar os pequenos e os papais com preços mais baratos, além de uma infinidade de produtos para meninos e meninas”, esclarece.

Segundo o presidente da CDL, Manoel Vilmar, a data já tem um grande apelo de vendas. “Acreditamos no aquecimento da economia para um maior volume de vendas em relação ao ano passado. Portanto, orientamos aos lojistas intensificar as ofertas de produtos, promoções e opções à disposição do consumidor, para que se possa atingir o objetivo das vendas”, reforçou Vilmar.

 Nacional

O Dia das Crianças de 2022 deve movimentar R$ 13,68 bilhões no comércio (o valor estimado é maior do que o ano passado, que foi de 10,93 bilhões). É o que aponta pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em todas as capitais. De acordo com o levantamento, 73% dos consumidores brasileiros devem ir às compras para presentear as crianças. 

Carro da Vacina atenderá público infantil neste final de semana em Petrolina

A Prefeitura de Petrolina, através da Secretaria de Saúde, segue com ações e estratégias para ampliar a cobertura vacinal no município. Uma delas, bastante exitosa, é o carro da vacina que neste final de semana atenderá o público infantil de 5 a 11 anos tanto da área urbana quanto rural da cidade. 

No sábado (12), das 8h às 17h, a equipe estará no Núcleo 11 do Perímetro Irrigado Senador Nilo Coelho, e no domingo (13), também no mesmo horário, no Residencial Monsenhor Bernardino. Serão ofertadas 900 doses dos imunizantes pediátricos para aplicação da primeira e segunda dose. Vale ressaltar ainda que as crianças precisam estar acompanhadas dos pais ou responsáveis.

É necessário também levar documento de identificação com foto ou certidão de nascimento, cartão SUS ou CPF da criança e comprovante de residência. Para as crianças que possuem comorbidades, é necessário apresentar um laudo médico. No caso da segunda dose basta apresentar o cartão de vacina e um documento oficial com foto.

Armando Monteiro diz que Raquel Lyra vai construir uma nova agenda e devolver a liderança ao estado

FOTO: ASCOM

“Raquel está sendo convocada por expressivas forças sociais e políticas, para, na condição de candidata ao Governo de Pernambuco, oferecer uma agenda renovada que devolva esperança aos pernambucanos e que reconcilie o nosso estado com a sua vocação de liderança e crescimento”, escreveu o ex-senador Armando Monteiro, em redes sociais nesta quinta, 10.

Relembrando um ano da posse de Raquel Lyra à frente da presidência do PSDB Pernambuco, Armando também reforçou que a tucana “protagonizou um debate sobre o futuro de Pernambuco percorrendo o estado de ponta a ponta conhecendo melhor as realidades locais num contato direto com a população”.

O ex-senador também registrou que o PSDB Pernambuco ampliou “quadros partidários que atenderam o nosso chamamento, o que nos assegurou nesta nova etapa a formação de chapas competitivas que irão disputar vagas na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal”, destacou.

FONTE: ASCOM

Presidente da Ucrânia diz que quase 9 mil soldados russos foram mortos

Assim começa o último vídeo postado pelo presidente da Ucrânia em sua página no Telegram: “Somos a nação que destruiu os planos do inimigo em uma semana. Planos que foram construídos por anos”. Na gravação, Volodymyr Zelensky afirma que os soldados russos não conseguirão nada na Ucrânia nem terão momentos de paz.

“Eles [os invasores] não terão comida. Eles não terão nenhum momento de paz. Eles receberão apenas a rejeição feroz dos ucranianos. Quase 9 mil russos foram mortos em uma semana. A Ucrânia não quer ser coberta por cadáveres de militares. Vão para casa! Digam para os seus comandantes que vocês querem viver”, apelou aos soldados russos.

Ontem (2), o Ministério da Defesa da Rússia divulgou que 498 soldados russos foram mortos e 1.597 ficaram feridos desde o início da operação militar de Moscou no país vizinho.

O presidente ucraniano disse ainda que, apesar de a Rússia ter um quantitativo dez vezes maior, a moral do inimigo está se deteriorando. “Mais e mais invasores estão voando de volta para a Rússia. Ucranianos estão abatendo o inimigo inclusive sem armas. Eu sinceramente admiro os cidadãos heroicos que não deixam os invasores [entrarem nas cidades] fazendo bloqueios nas ruas”.

Zelensky afirmou que os soldados russos entram em pequenos mercados atrás de comida e são expulsos por cidadãos ucranianos. “Eles são crianças confusas que foram usadas. Levem eles de volta para casa”, disse.

O mandatário da Ucrânia também afirmou que, durante o dia de negociações com a coalizão anti-guerra, conversou com chefes de governo da Noruega e de Israel, com o presidente do Cazaquistão, com o emir do Catar, com o presidente do Conselho Europeu, com o primeiro-ministro do Canadá e com o presidente da Polônia. Ele comemorou o resultado da Assembleia da ONU, que aprovou ontem uma resolução que exige que a Rússia retire as tropas da Ucrânia.

Mais de um milhão de ucranianos já deixaram o país, o equivalente a 2% da população. Mais da metade deles foi para a Polônia. Segundo as Nações Unidas, essa é uma crise sem precedentes neste século. A ONU estima que outros 4 milhões de ucranianos ainda podem deixar o país.

Da Agência Brasil

Brasil tem fertilizantes até outubro, garante ministra

O estoque de fertilizantes para o agronegócio no Brasil está garantido até outubro. A avaliação é da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina.

Em entrevista coletiva nessa quarta-feira (2), ela garantiu que não há problemas com a safra neste momento, no entanto, a safra de verão, no final de setembro e outubro, gera preocupação.

A ministra lembrou que a safrinha de milho já está em produção. “Então, o que precisava de fertilizante já chegou, já está com o produtor rural. Neste momento não temos problema. A safra de verão é uma preocupação”, disse. Ela acrescentou, entretanto, que o setor privado confirmou a existência de estoque de passagem de fertilizantes suficiente até outubro.

O alerta sobre o mercado internacional de fertilizantes vem desde fevereiro quando começaram as sanções econômicas em Belarus. As exportações do produto estão suspensas para o Brasil por causa do fechamento dos portos da Lituânia para o escoamento de fertilizantes e agora com o apoio à Rússia na guerra contra a Ucrânia, o país do leste europeu sofreu novas sanções.

O cenário se agravou ainda com o início da guerra. Isto porque, além da Belarus, a própria Rússia é o principal fornecedor do produto para o mercado brasileiro.

Negociação com o Canadá

Em meio à crise, a ministra da Agricultura disse que vai ao Canadá tentar negociar a demanda de fertilizantes. Segundo ela, o impacto ao consumidor depende do tempo da guerra. Sem esses produtos, a tendência é que a oferta vai fazer disparar o preço dos alimentos.

“O preço do trigo subiu lá nas alturas porque a Ucrânia é um grande produtor e isso influencia o mercado global. A gente acha que terá uma alta, sim. Quanto? A soja já subiu, já caiu um pouco. O milho já subiu, já caiu um pouco. A gente tem que acompanhar e diminuir os impactos”, afirmou.

Atualmente, o Brasil é o quarto consumidor global de fertilizantes, 80% de todo o produto usado na produção agrícola nacional vêm de fora do país.

As sanções econômicas dos Estados Unidos e da União Europeia na Rússia e na Belarus atingem a produção de potássio, e a maioria dos fertilizantes é feita a partir do potássio. A Rússia é responsável por fornecer cerca de 25% dos fertilizantes para o Brasil.

Da Agência Brasil

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