Alvo de críticas de Bolsonaro, presidente da Anvisa diz esperar ‘ótima relação’ com governo Lula

Edição: Cinara Marques, da redação

O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, afirmou nesta quarta-feira (23) que espera ter uma “ótima relação” com o governo do presidente eleito Lula (PT).

Almirante da reserva da Marinha, Barra Torres foi nomeado para o cargo pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). Nos últimos anos, porém, com o avanço da pandemia de Covid-19, Bolsonaro passou a criticar com frequência a atuação da Anvisa na liberação das vacinas.

“As minhas expectativas são as melhores possíveis, sou uma pessoa otimista, positiva. Acredito que a relação seja boa. Diga-se de passagem, não tenho queixa da relação anterior com o governo atual. Acredito que teremos uma ótima relação com o governo que entra. A agência é uma agência de Estado, objetivos são nacionais”, disse Barra Torres. (com g1)

Bolsonaro volta ao Palácio do Planalto após 19 dias de reclusão no Alvorada

O presidente Jair Bolsonaro (PL), derrotado nas eleições deste ano, voltou nesta quarta-feira (23) ao Palácio do Planalto após 19 dias de reclusão no Palácio da Alvorada – residência oficial da presidência em Brasília. As imagens são do cinegrafista Emerson Soares, da TV Globo.

Bolsonaro chegou por volta das 9h à sede do Poder Executivo, local que não frequentava desde o dia 3 de novembro, quando teve um breve encontro, a portas fechadas, com o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB).

A última agenda oficial do presidente no Palácio do Planalto foi no dia 31 de outubro, uma reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes, um dia após o segundo turno da eleição presidencial.

Derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no pleito, Bolsonaro ainda não reconheceu publicamente a derrota para o petista.

No dia 1º de novembro, o presidente convocou a imprensa para um pronunciamento no Palácio da Alvorada. Sem responder a perguntas de jornalistas, Bolsonaro afirmou somente que continuará cumprindo a Constituição Federal. (com g1)

Velório e enterro de Erasmo Carlos serão restritos a família e amigos. Cantor faleceu nesta terça, 22

A família do cantor Erasmo Carlos informou que o velório será fechado a família e aos amigos íntimos. Não cita o local onde o corpo será velado, nem a hora e o dia do enterro e sugere que quem quiser homenageá-lo, escute suas músicas, suas mensagens.

“Nada o faria mais feliz e amado!”.

O texto da família, da equipe e banda diz: “No dia do músico, nosso amado Erasmo Esteves, o Erasmo Carlos, o Gigante Gentil, o Tremendão, o Pai do Rock Nacional, se despediu. Erasmo criou, amou, acompanhou cada um de nós nos momentos importantes das nossas vidas.

Além de todas as maravilhas que compôs e cantou durante décadas, nos deixou recados: o futuro pertence à jovem guarda. E é preciso saber viver!”.

CAUSA DA MOIRTE

Há cerca de um mês, o “tremendão”, como era conhecido, precisou ser internado às pressas após sofrer com as complicações causadas pela síndrome edemigênica que é é uma doença causada pelo desequilíbrio bioquímico do corpo, que afeta as paredes dos vasos sanguíneos e faz com que os líquidos do sangue se acumulem entre os tecidos do corpo.

Um dos símbolos da Jovem Guarda, Erasmo Carlos deixa sua esposa Fernanda Passos (32) e dois filhos Gil Eduardo e Leonardo Esteves. (com carta capital e jc online)

Edição: Cinara Marques, da redação

Alckmin anuncia nomes de parlamentares nos grupos de transição em coletiva de imprensa

O vice-presidente eleito e coordenador do Gabinete de Transição, Geraldo Alckmin, PSB, concede entrevista coletiva com assinatura de atos nesta terça-feira (22/11), no CCBB, em Brasília (DF).

Alckmin anuncia os parlamentares que comporão os grupos de trabalho da transição. E também os responsáveis pelos relatórios que farão uma radiografia da gestão com recomendações para recuperar as políticas públicas do país.

VÍDEO ABAIXO

Caso Beatriz: audiência de instrução com o acusado do crime presente, ocorre nesta terça em Petrolina

Uma etapa importante antes do julgamento de Marcelo Pereira, acusado de praticar o crime hediondo contra a pequena Beatriz Angélica Mota há quase 7 anos. Ele passará nesta terça, 22, por uma audiência de instrução que dirá se o assassino de Beatriz, de apenas 7 anos, brutalmente assassinada por mais de 40 facadas em 10 de dezembro de 2015, dentro da escola Nossa Senhora Auxiliadora, onde ocorria a celebração de final de ano com alunos do ensino médio que deixariam a escola. A vítima tinha a irmã entre os homenageados e estudava também no colégio.

Em coletiva de imprensa agora no começo da manhã, os pais de Beatriz, Lucinha Mota e Sandro Romilton, reafirmaram a convicção deles que Marcelo é o assassino da filha. O autor só foi descoberto pelo DNA do acusado ao ser colocado num banco de dados d DNA coordenado pela secretaria de Defesa Social.

Em dezembro de 2021, Lucinha que luta por justiça por Beatriz desde o crime bárbaro contra a filha, saiu em caminhada ao lado do marido e de outras pessoas que apoiam o caso desde o começo como o grupo JUSTIÇA POR BEATRIZ, indo de Petrolina até o Recife para cobrar do governador Paulo Câmara, a colocação do DNA de Marcelo que já estava preso por abuso sexual infantil.

Ela revelou na entrevista desta manhã que tinha a informação pelo menos 6 meses antes que o governo ainda não tinha feito a confrontação do DNA do suspeito com outros DNAs no banco do estado e no nacional também. “Essa é uma questão que não está explicada também. Foi preciso a gente caminhar quase 800 Km pelas estradas para no encontro com o governador solicitar dele os investimento para a realização do exame do DNA. A gente disse que se isso não fosse feito, íamos continuar caminhando e aí o que acontecesse com as vidas de todos nós, seria responsabilidade dele e do governo”, revelou Lucinha Mota.

O acusado irá à audiência, mas pode ficar calado caso não queira falar. Marcelo confessou o crime numa ação da força tarefa que investia o Caso Beatriz. Dias depois, sua defesa encaminhou uma carta ele negando ser o autor, mas polêmica não se manteve, pois além da confissão, o DNA garante a identidade do assassino da pequena Beatriz.

A audiência de instrução ocorre no fórum de Petrolina e dirá se o julgamento do assassino da pequena Beatriz Angélica irá ou não à júri popular. (Por Cinara Marques)

Luta antirracista foi tema de entrevistas no Dupla Conexão com o vereador Gilmar Santos e o ativista Sandro Silva

Na semana nacional da defesa da consciência negra, o programa Dupla Conexão desta sexta, 18, conversou com o vereador e professor Gilmar Santos, do PT, sobre sua defesa a políticas públicas voltadas para a periferia de Petrolina, espaços onde se concentra mais de 60% da população do município, petrolinenenses pretos e pobres e em sua maioria, mulheres, muitas mães solo.

Gilmar usa o seu ‘mandato coletivo’ para denunciar o racismo e suas consequências na cidade que vendem como a ‘melhor para se viver’ e na grande maioria da cidade, o quadro é diferente. O vereador é autor da Lei do Estatuto da Igualdade Racial e Religiosa e da legislação que obriga o poder público municipal a prestar contas das ações previstas no Estatuto.

O programa também bateu um papo com o ativista do Movimento Negro Unificado de PE (MNU/PE), Sandro Silva revelou que já foi vítima do racismo institucional da polícia. Morador do Ibura, um dos maiores conjuntos habitacionais do Nordeste, localizado na zona sul do Recife, Sandro contou que que foi agredido por policiais e a única razão que existiu para tão ação foi o racismo institucionalizado que as polícias costuma praticar com pessoas pretas e pobres.

Confira as entrevistas completas de Gilmar e Sandtro, na LIVE do instagram @tribunanordeste , perfil do Portal Tribuna Nordeste na plataforma que transmite o Dupla Conexão ao vivo, de segunda à sexta-feira, das 9h ao meio-dia. Além da rádio Ponte FM 91.5, o Dupla Conexão pode ser acompanhado no pontefm.com .

Bolsonaro vai deixar paradas 14 mil obras públicas federais

Portal PT – Após passar quatro anos tentando se apropriar de obras executadas pelos governos do PT, Jair Bolsonaro deixa o “legado” de 14 mil obras públicas paralisadas em todo o país. O dado consta da ‘Lista de Alto Risco da Administração Pública’, um dos documentos entregues ontem ao vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, pelo presidente em exercício do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas.

Conforme o documento, entregue nesta quarta-feira (16) ao também coordenador do Gabinete de Transição Governamental, as obras públicas federais paradas no desgoverno Bolsonaro representam 37% de 38 mil contratos ativos. No total, eles somam R$ 725 bilhões em investimentos.

O custo dessas obras paradas é de R$144 bilhões, dos quais R$ 10 bilhões já foram pagos. Dotação maior do que toda a verba deste ano para os Ministérios da Educação (R$ 113,7 bilhões) e da Defesa (R$ 112,6 bilhões), por exemplo.

Estão paradas obras de construção de escolas, hospitais, pontes, praças, rodovias, ciclovias, quadras esportivas, mercados públicos, abrigos, casas populares, aterros sanitários, sistemas de saneamento e urbanização, terminais de passageiros e diversos outros empreendimentos.

O atual índice de paralisação das obras, relatam os auditores do TCU, “é muito superior ao desejável”. Além disso, destacam os técnicos, “o risco de paralisação permanece alto, em virtude de diversos fatores, em especial os relacionados à crise fiscal, às deficiências de gestão de informação e aos procedimentos de seleção e execução das obras.”

Entre as causas da paralisação, os auditores de controle externo do TCU apontam deficiências de projeto, insuficiência de recursos financeiros e baixa capacidade institucional de governos estaduais e prefeituras para conduzir os empreendimentos.

Sistemas de informação e gerenciamento das obras pouco confiáveis, incompletos e ineficientes, diálogo insuficiente entre poderes Executivo e Legislativo no processo de alocação orçamentária e ausência de cadastro único que permita registrar informações relevantes de forma confiável e padronizada são os outros motivos apontados pelos técnicos da Corte.

O único banco de dados que apresentava registro de causas das paralisações, aponta o relatório, era o do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), embora não oferecesse clareza suficiente, ressalta o documento. Esse banco de dados foi extinto pelo desgoverno Bolsonaro, que em 2021 reduziu o investimento público ao segundo pior patamar da história.

ROMBO EDUCAÇÃO

O tema das obras inacabadas emergiu em março deste ano, após o então ministro da Educação Milton Ribeiro admitir que prefeituras indicadas por pastores evangélicos tinham prioridade na transferência de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O caso voltou à tona em setembro, quando um candidato a deputado no Pará contou que Ribeiro pediu R$ 5 milhões para “facilitar licitações”.

Ribeiro deixou o “rombo” para trás. De 30 mil contratos financiados pelo FNDE desde 2007, mais de 3,6 mil, ou 12% do total, estão inacabados ou paralisados. Desses projetos, 352 nem sequer chegaram a começar. Considerando apenas as 2,5 mil obras classificadas como inacabadas, o órgão desembolsou pelo menos R$ 1,2 bilhão até 2019.

Do total de obras inacabadas, 43% já receberam mais da metade dos recursos. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) estima que haja 2.668 obras federais de construção e restauração de unidades escolares da rede pública de ensino municipal paralisadas, a um custo de R$ 2,6 bilhões.

Em outubro, o ainda candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nas redes sociais que pretendia resgatar do ostracismo os investimentos em infraestrutura e dar continuidade às obras paradas. Um mês depois, a PEC do Bolsa Família, apresentada nesta quarta-feira, confirma a firme intenção do agora presidente eleito de retomar as obras públicas federais no Brasil.

“O emprego é o que dá dignidade ao ser humano. Quantos empregos o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) gerou? Vamos recuperar o financiamento para as obras paradas voltarem a gerar emprego. E vamos investir na digitalização, para que o povo tenha internet no Brasil inteiro”, escreveu Lula em seu perfil no Twitter em outubro.

“Até maio de 2016, deixamos contratadas mais de 224 mil casas no Minha Casa Minha Vida. Mas eu não sei que casas foram feitas com o Casa Verde e Amarela. Nós vamos voltar com o Minha Casa Minha Vida e vamos fazer que todos tenham um teto”, garantiu o presidente eleito em outra postagem.

Na mesma época, a ex-ministra do Planejamento Miriam Belchior, escalada para a equipe do Gabinete de Transição que irá coordenar a área de Infraestutura, disse ao jornal O Globo que os projetos do novo governo serão inspirados no PAC, no PIL (Programa de Investimento em Logística) e no Minha Casa Minha Vida.

“Em 2023, a ideia é retomar a retomar as obras paralisadas, acelerar aquelas que estão em ritmo lento de execução, reforçar a manutenção de rodovias federais e o Minha Casa Minha Vida. E, no setor privado, acelerar as renovações e os equilíbrios de contratos que gerem novos investimentos”, explicou a ex-ministra.

Da Redação

Psol vai assumir ou não cadeira na Câmara de Petrolina?

A formação da Câmara de Vereadores de Petrolina poderá ter novo integrante no ano de 2023 com a confirmação da saída do vereador Júnior Gás, do Avante, do mandato. Júnior integra o partido que teve os votos cassados por irregularidades em candidaturas femininas da sigla em 2020 e se mantém no cargo por efeito de liminar na justiça.

Na semana que se encerra neste sábado, 19, surgiram vários comentários e burburinhos nos bastidores do legislativo petrolinense que a vaga poderia mudar devido a saída da então primeira suplente Lucinha Mota que questionou as irregularidade que fizeram o Avante perder os votos na justiça. Mas Lucinha trocou de sigla para a disputa deste ano e ficou suplente do PSDB para a Assembleia Legislativa de Pernambuco, Lucinha Mota.

O impasse na saída de Lucinha, levou a interpretações que ela teria levado os votos que dariam ao Psol a vaga cassada do Avante e aí o hoje União Brasil, ex Democrata, ficaria com a cadeira de Júnior Gás, efetivando o suplente César Durando no cargo e deixando um espaço para o ex-vereador Ronaldo Cancão, do UB, retomar ao poder legislativo de Petrolina.

Na Casa Plínio Amorim, a reportagem do programa Dupla Conexão bem que tentou nesta quinta, 17, ‘arrancar’ alguma declaração dos envolvido na polêmica da vaga de Júnior Gás, mas ninguém quis comentar o assunto, alegando respeito ao colega. Ninguém neste caso é o próprio César Durando, irmão do prefeito Simão Durando . Os votos indo para o UB, César não ficaria mais impedido de disputar a reeleição, deixando a suplência. Do contrário, ficaria impedido pelo parentesco com o prefeito. Ele é irmão de Simão e conforme a legislação eleitoral, sem a titularidade do mandato, a reeleição não poderá ocorrer.

VOTOS SÃO DO PSOL

Já que os vereadores não falam, o programa Dupla Conexão da Rádio Ponte FM trouxe nesta sexta, 18, a presidente do Psol em Petrolina, Isabel Macedo, para tirar esse dúvida. E ela afirma. “Os votos são do Psol e por esse critério a vaga é nossa”.

Integrante do diretório do Psol, o ex-candidato a prefeito Rosalvo Antônio, lembrou que o partido continua com a mesma quantidade dos votos.

“Não existe dúvida quanto a vaga ser do Psol. Dúvidas vão ser sempre colocadas, mas o Ministério Pública e a justiça eleitoral estão atentos e a chapa do Avante foi cassada em Petrolina e confirmada em segunda instância no TRE no Recife”, disse Rosdalvo.

isabel e Rosalvo estão otimistas que o Psol conquiste sua primeira cadeira na Casa Plínio Amorim. Quem assume se confirmando essa decisão é o suplente Erivan Bombeiro. (Cinara Marques)

Colegiados aprovam doação de terreno para construção do Hospital do Câncer do Araripe

As Comissões de Justiça e de Administração da Alepe aprovaram, na manhã desta quarta, projeto de lei do Poder Executivo que autoriza o Estado a receber como doação um imóvel localizado na Fazenda São Gonçalo, em Araripina, no Sertão do Araripe, de propriedade da Empetur. A proposta também autoriza o Governo estadual a doar esse imóvel ao Instituto Social das Medianeiras da Paz, Ismep, destinado à construção e ao funcionamento do Hospital do Câncer do Sertão do Araripe.

O Ismep, Organização Social filantrópica, que tem personalidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos e está integrada ao Sistema Único de Saúde, o SUS, foi criado em 31 de Janeiro de 1969, em Petrolina, no Sertão do São Francisco, com foco na educação, saúde e assistência social. A matéria ainda vai tramitar em outros Colegiados da Casa antes de ir à votação em Plenário. Se aprovada e sancionada pelo governador, o instituto vai ter até 12 meses para iniciar a construção do hospital. O projeto teve relatoria dos deputados do PSB Aluísio Lessa, em Justiça; e de Tony Gel, em Administração.

Ainda na Comissão de Justiça, o presidente do Colegiado, Waldemar Borges, do PSB, trouxe à discussão a situação da sucata do navio porta-aviões São Paulo, possivelmente contaminada com resíduos tóxicos e radioativos, que, por determinação da Marinha do Brasil, pode ser trazida  para atracar no porto de Suape. Borges sugeriu que parlamentares da Casa assinem um voto de protesto contra a Capitania dos Portos de Pernambuco e contra a empresa turca que havia comprado a embarcação para desmanche em 2021. Segundo o deputado, o destino deveria ser o país sede da empresa.

A solução é tirar ela daqui. Manda ela lá para quem comprou, né? Quem pariu Mateus que o embale. Então comprou, leva pra lá. E não querer deixar no meio do caminho. Agora, só que lá as autoridades portuárias não estão permitindo. [Porque] deve ter suas ações. Então, em nome dessas mesmas razões, a gente também não deve permitir”.

A Sok Denizcilikve Tic, que o comprou o porta-aviões por 10 milhões e seiscentos mil reais, começou a rebocá-lo a partir do Rio de Janeiro em agosto, mas ele foi impedido de passar pelo Estreito de Gibraltar após o Ministério de Meio Ambiente Turco suspender o consentimento para a importação. Antonio Moraes, do PP, alertou para a possibilidade de o navio ser abandonado no porto de Suape e vir causar acidente semelhante ao ocorrido nesta segunda, no Rio de Janeiro, quando um “navio-fantasma” chocou-se contra a ponte Rio-Niteroi.

Nós tivemos um acidente agora, que poderia ter se tornado uma tragédia na Baía da Guanabara. Essas empresas, elas são useiras e vezeiras de colocar esses navios. E depois de atracar em Suape, quem garante que eles vão retirar de lá? Aonde eles colocam eles deixam”.

Além de Antonio MoraesAluisio Lessa e Tony Gel, do PSB, e José Queiroz, do PDT, manifestaram preocupação e se dispuseram a assinar o voto de protesto.

Alckmin anuncia novos nomes da equipe de transição

Brasil 247 – O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), anunciou nesta quarta-feira (16) novos nomes que integrarão a equipe de transição do governo Lula (PT).

Foram anunciados nomes para as áreas de Agricultura, Meio Ambiente, Minas e Energia, Previdência, Comunicação Social, Ciência e Tecnologia, Desenvolvimento Agrário, Desenvolvimento Regional, Justiça e Segurança Pública, Pesca, Povos Originários, Relações Exteriores, Saúde, Trabalho e Transparência Integridade e Controle.

AGRICULTURA –

  • Carlos Fávero;
  • Evandro Gussi;
  • Joe Vale;
  • Katia Abreu;
  • Luiz Carlos Guedes;
  • Neri Geller;
  • Silvio Crestana;
  • Tatiana de Abreu Sá.

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

  • Alexandre Navarro;
  • André Leandro Magalhães;
  • Celso Pansera;
  • Ildeu de Castro Moreira;
  • Glaucius Oliva;
  • Ima Vieira;
  • Iraneide Soares da Silva;
  • Leoni Andrade;
  • Luis Manuel Rebello Fernandes;
  • Luiz Antônio Elias;
  • Ricardo Galvão;
  • Sergio Machado Resende.

COMUNICAÇÃO SOCIAL

  • André Janones;
  • Antonia Pelegrino;
  • Flavio Silva Gonçalves;
  • Florestan Fernandes Junior;
  • Helena Chagas;
  • Hélio Doyle;
  • João Brant;
  • Laurindo Leal Filho;
  • Manoela D’Ávila;
  • Otávio Costa;
  • Tereza Cruvinel;
  • Viviane Ferreira.

DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO

  • Célia Watanabe;
  • Elisangela Araújo;
  • Givanilson Porfírio da Silva;
  • João Grandão;
  • José Josivaldo Oliveira;
  • Luiz Henrique Gomes de Moura;
  • Maria Josana Lima Oliveira;
  • Miguel Rossetto;
  • Pedro Uczai;
  • Robervonia Nascimento;
  • Vanderlei Ziger.

DESENVOLVIMENTO REGIONAL

  • Camilo Santana;
  • Esther Bemerguy;
  • Helder Barbalho;
  • Jonas Paulo Neves;
  • Otto Alencar;
  • Randolfe Rodrigues;
  • Raimunda Monteiro;
  • Tânia Bacellar.

JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA

  • Andrei Passos Rodrigues;
  • Camila Nunes;
  • Carol Proner;
  • Cristiano Zanin;
  • Flavio Dino;
  • Gabriel Sampaio;
  • Jacqueline Sinhoretto;
  • Marcio Elias Rosa;
  • Marco Aurélio Carvalho;
  • Marivaldo Pereira;
  • Marta Machado;
  • Omar Aziz;
  • Paulo Teixeira;
  • Pierpaolo Cruz Bottini;
  • Sheila Carvalho;
  • Tamires Gomes Sampaio;
  • Wadih Damous.

MEIO AMBIENTE

  • Carlos Minc;
  • Izabella Teixeira;
  • Jorge Viana;
  • José Carlos da Lima Costa;
  • Marilene Correia da Silva Freitas;
  • Marina Silva;
  • Pedro Ivo;
  • Silvana Vitorassi.

MINAS E ENERGIA

  • Anderson Adauto;
  • Deyvid Barcelar;
  • Fernando Ferro;
  • Giles Azevedo;
  • Guto Quintela;
  • Ícaro Chaves;
  • Jean Paul Prates;
  • Magda Chambriard;
  • Mauricio Tomasquin;
  • Nelson Hubner;
  • Robson Sebastião Formica;
  • William Nozak.

PESCA

  • Altemir Gregolin;
  • Antonia do Socorro Pena da Gama;
  • Carlos Alberto da Silva Leão;
  • Carlos Alberto Pinto dos Santos;
  • Cristiano Ramalho;
  • Ederson Pinto da Silva;
  • Flavia Lucena Fredou;
  • João Felipe Nogueira Mathias.

POVOS ORIGINÁRIOS

  • Ashaninka;
  • Celia Nunes Correia;
  • Celia Xakriaba;
  • Davi Yanomani;
  • João Pedro Gonçalves da Costa;
  • Joenia Wapichana;
  • Juliana Cardoso;
  • Marcio Meira;
  • Marivelton Baré;
  • Sonia Guajajara;
  • Tapir Iwalapiti.

RELAÇÕES EXTERIORES

  • Aloysio Nunes Ferreira;
  • Aldo Faleiro;
  • Celso Amorim;
  • Cristovan Buarque;
  • Monica Valente;
  • Pedro Abramovay;
  • Romênio Pereira.

SAÚDE

  • Alexandre Padilha;
  • Arthur Chioro;
  • Humberto Costa;
  • José Gomes Temporão;
  • Fernando Pigatto;
  • Lucia Souto;
  • Ludhmila Hajjar;
  • Maria do Socorro de Souza;
  • Miguel Srougi;
  • Nísia Trindade Lima;
  • Regina Fátima Feio Barroso;
  • Roberto Kalil Filho.

TRABALHO

  • Adilson Araújo;
  • André Calistre;
  • Clemente Lúcio;
  • Fausto Augusto Junior;
  • Laís Abramo;
  • Miguel Torres;
  • Patrícia Vieira Trópia;
  • Ricardo Patah;
  • Sandra Brandão;
  • Sergio Nobre.

TRANSPARÊNCIA, INTEGRIDADE E CONTROLE

  • Ailton Cardoso;
  • Claudia Aparecida Trindade;
  • Cleucio Santos Nunes;
  • Eugênio Aragão;
  • Jorge Messias;
  • Juliano José Breda;
  • Luiz Navarro;
  • Luiz Carlos Rocha;
  • Manoel Caetano Ferreira Filho;
  • Mauro Menezes;
  • Paulo Câmara;
  • Vania Vieira.

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